Nesta postagem, em que conto com a colaboração do amigo Rogério Yuri, fica claro no exemplo com os animais que temos que redobrar os cuidados ao tratarmos com pessoas. Senão vejamos:
"Nunca desvalorize ninguém...
Guarde cada pessoa perto do seu coração, porque um dia você pode acordar e perceber que perdeu um diamante enquanto estava muito ocupado colecionando pedras."
E de mais a mais, é sempre bom ser legal com as pessoas pois as coisas mudam ao longo do tempo
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
O folclore político faz história
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| Foto de Henrique Mattos, retirada do site da Radio Grande FM |
O folclore político de nossa Dourados e do Mato Grosso do Sul é muito rico.
Meu desejo de um dia escrever um livro sobre essa questão - a do folclore político - vai se realizar e tenho certeza que vou contar com o auxilio precioso de dois amigos muito especiais: um já formado em história e outro cursando a universidade.
Além do mais existem outros tantos que poderão servir como fontes para os causos que pretendo localizar no tempo e espaço e com isso fazer um registro alegre e leve da nossa recente história política.
Além do mais existem outros tantos que poderão servir como fontes para os causos que pretendo localizar no tempo e espaço e com isso fazer um registro alegre e leve da nossa recente história política.
Mas vamos aos fatos, ou não!
Não me cobrem fidelidade e permitam que use a licença poética. Vou narrar aqui uma dessas histórias de domínio público e já antevendo reações contrárias quero que todos fiquem a vontade para contestar ou não o que vou mostrar.
A propósito do link acima onde o vereador professor Idenor Machado noticia o registro de BO (boletim de ocorrência) para descobrir de onde vêm as calúnias e difamações contra sua pessoa e suposta acusação de enriquecimento ilícito, gostaria que o leitor amigo que me dá a honra e prazer de me acompanhar nesse exercício de democracia (o meu blog), avaliasse comigo.
Vamos lá...
Consta que José Cerveira, o Juca Cerveira, prefeito de Dourados lá pelos idos dos anos 80, se viu às voltas com uma boataria sem tamanho envolvendo seu nome e de uma funcionária da prefeitura.
A "notícia" dava conta de que o prefeito mantinha uma relação extraconjugal com uma determinada funcionária. Diante de tamanha "mentira" Cerveira teria ficado furioso e resolvera cortar o mal pela raiz.
"Eles não vão fazer isso comigo", bradava. Isso não pode continuar.
De pronto resolveu dar uma basta nos boatos. Chamou assessores em seu gabinete e fez publicar na capa do Jornal Progresso, muito lido e conceituado na cidade, o desmentido de que "não era amante da tal funcionária".
Moral da história:
Um assunto restrito à condição de boato passou a ser de domínio público. Muitos que não sabiam de nada viram o então prefeito amplificar um acontecimento que por certo passaria desapercebido da grande maioria.
Os incautos continuam a cometer erros e a acharem que são donos e senhores absolutos das verdades. Alias é bom que se lembrem que uma mentira, repetida por diversas vezes, acaba se tornando uma verdade.
terça-feira, 29 de março de 2011
Quem viu... vai ser ouvido na Justiça?
Hoje me levaram de volta aos vídeos espalhados pela internet sobre a investigação (sic) da Polícia Federal na "Operação Uragano".
Me chamou a atenção a cena em que o ex-vereador Paulo Henrique Bambu recebe sua contribuição das mãos do "valoroso" Passaia. É aquela cena mesmo em que Bambu, jogando vídeo game senta sobre um maço de notas sob o olhar complacente do hoje vereador Cemar Arnal.
Consta que esse vídeo fora gravado na residência do então suplente (hoje titular do mandato), muito amigo de Bambu e tanto que fora até indicado por ele para um cargo na prefeitura com status de secretário. Essa é outra história. Vamos nos ater aos fatos que pretendo questionar.
Cemar presenciou toda a "maracutaia". Sorriu assentindo ao ver o "amigo" sentar sobre o dinheiro. Muito embora sua consciência não o tenha deixado votar a favor do amigo quando da cassação, ele na época consentiu com o que viu.
O que gostaria de saber agora, nesse momento da nossa vida política, é se Cemar Arnal vai depor em juízo sobre os fatos que este vídeo da internet (clique para ver) revela claramente ou se sua consciência vai lhe indicar outro caminho.
Se for depor deveria esclarecer se sabia ou não da gravação, pois estava em sua casa e a câmera fora colocada estrategicamente antes da chegada do bambu (isso se percebe claramente). Se acompanhou a corrupção e nada denunciou, não teria também sido indecoroso, para não dizer conivente com um crime.
É mesmo preciso passar Dourados à limpo.
Com a palavra os promotores de Justiça de nossa cidade e os juízes atentos à manutenção da ordem e da moralidade.
Vi em algum lugar
Eu disse que sairia do marasmo de escrever sobre política o tempo todo.
Como bom curioso permeio locais invisíveis na internet e encontro, muitas das vezes com a ajuda de companheiros, locais que guardam verdadeiras pérolas.
Como existe gente boa fazendo coisas boas por esse mundão afora! Nossas mentes se alegram e nossas vidas agradecem por termos a oportunidade de sair da mesmice, da roubalheira e da chatice que quase sempre nos reserva nosso convívio.
No caso do texto que pretendo que leiam visitando o link abaixo, contei com a preciosa colaboração do amigo Maranhão Viegas que há muito não vejo, mas que pelo visto continua atento às boas coisas da vida.
Vale a pena ler esse preciosidade e tentar entender a alma masculina, também!!
http://mrosmerta.blogspot.com/2009/01/sobre-ereo-masculina-o-sistema-nervoso.html
domingo, 27 de março de 2011
Um amigo me enviou essa mensagem. Achei-a interessante e resolvi compartilhar com todos que me dão a honra de frequentar esse humilde blog. Espero que esse pequeno texto provoque em vocês a mesma reação que provocou em mim. ATITUDE
"Quanto mais eu vivo, mais percebo o impacto da atitude sobre a vida. Atitude para mim é mais importante que os fatos.
É mais importante que o passado, a educação, o dinheiro, as circunstâncias, os fracassos, os sucessos, ou do que outras pessoas possam pensar, dizer ou fazer.
É mais importante que a aparência, o talento ou habilidade. A atitude criará ou quebrará uma empresa...uma igreja...um lar.
Agora, a coisa mais notável é que nós podemos diariamente fazer a escolha da atitude que queremos ter para o nosso dia.
Nós não podemos mudar o passado...
Nós não podemos mudar o fato que pessoas agirão com os seus próprios modos.
Nós não podemos mudar o inevitável.
A única coisa que podemos mudar e que depende apenas de nós mesmos é a nossa atitude.
Eu estou convencido que a vida é 10% daquilo que acontece comigo e 90% como eu reajo.
Então, está em suas mãos...nós somos os únicos responsáveis por nossas atitudes."
Chuck Swindoll
Conheça um pouco mais sobre o autor do texto:
Charles Rozell "Chuck" Swindoll é um pastor Evangélico, autor, radialista e educador. Ele também fundou a missão Insight for Living (Razão para Viver no Brasil), com um programa do mesmo nome que vai ao ar no rádio em mais de 2000 estações ao redor do mundo em 15 línguas. Insight for Living está com sua base atualmente na cidade de Plano, no Texas. É apontado como um dos 25 maiores pastores da atualidade.sábado, 26 de março de 2011
Razões para se cassar um vereador - 1
Retomando a série vamos a uma das razões que entendemos tenha movido os suplentes no sentido de cassar os direitos políticos dos detentores dos cargos de vereador.
Vamos estabelecer o seguinte raciocínio: para participar de uma eleição, onde não existe financiamento de campanha (ao menos oficial) e onde os gastos são vultosos, é preciso ter dinheiro.
Via de regra, nem sempre os que se julgam em condições de concorrer possuem o vil metal. Então a saída é o endividamento com quem for possível e arriscar, como num jogo de poquer, a sorte de ganhar e assim saldar suas dividas.
É uma premissa, concordam?
Os suplentes, a considerar um salário líquido de aproximadamente R$ 4,5 mil, irão amealhar ao longo do tempo que lhes resta para o mandato, irão ganhar algo em torno de R$ 100.000,00. Para mim que vivo de parco salário é uma fortuna que que levaria mais de 6 anos para juntar, para para os agora vereadores também deve ser de boa ajuda e oportuna.
Algumas contas, por certo, serão pagas.
É ou não um razoável motivo para se cassar um vereador e assumir seu lugar?
Vamos estabelecer o seguinte raciocínio: para participar de uma eleição, onde não existe financiamento de campanha (ao menos oficial) e onde os gastos são vultosos, é preciso ter dinheiro.
Via de regra, nem sempre os que se julgam em condições de concorrer possuem o vil metal. Então a saída é o endividamento com quem for possível e arriscar, como num jogo de poquer, a sorte de ganhar e assim saldar suas dividas.
É uma premissa, concordam?
Os suplentes, a considerar um salário líquido de aproximadamente R$ 4,5 mil, irão amealhar ao longo do tempo que lhes resta para o mandato, irão ganhar algo em torno de R$ 100.000,00. Para mim que vivo de parco salário é uma fortuna que que levaria mais de 6 anos para juntar, para para os agora vereadores também deve ser de boa ajuda e oportuna.
Algumas contas, por certo, serão pagas.
É ou não um razoável motivo para se cassar um vereador e assumir seu lugar?
Outros virão...
sexta-feira, 25 de março de 2011
Passando a limpo
Muitos de nós ainda tem vivas na memória as lições da escola. Na minha época, e não está tão longe assim, a escola era coisa séria. A profissão de professor era sacerdócio e não forma de enriquecer ilicitamente ou trabalho usado como degrau para atingir cargos políticos. Ahh!! Bons tempos!
A gente fazia uma lição acompanhado de perto pelo professor exigente e que nos servia como exemplo. Eram professores que não destruíam o patrimônio público e sequer arranhavam a honra da categoria oferecendo dinheiro ou benesses em troca de favores. Eram sérios, honestos e focados na sua profissão. Nos ensinaram, a mim com certeza, a passar a limpo todo rascunho que rabiscávamos nas folhas dos cadernos.
Isso foi uma lição de vida. Nada que se faz, mesmo com esmero e dedicação, deve ser considerado definitivo. Na vida sempre estamos rascunhando algo e sempre precisamos passar isso a limpo, como nas velhas e boas lições escolares. Passar a limpo!
Fui remetido a essa expressão, o "passando a limpo", por conta dos últimos acontecimentos envolvendo a cidade de Dourados, prefeito, vereadores e cidadãos comuns. "Estamos passando Dourados a limpo" teria afirmado um professor com muita propriedade, diga-se de passagem, pois nunca na história de um município se viu a necessidade de ações para "passar a limpo" o rascunho mal feito da sua administração. Um rascunho que até mesmo para os melhores grafologistas ficava impossível de se entender.
Agora, só o fato de passar a limpo não é o suficiente. É preciso fazer o dever de casa. É preciso, como diriam os mais teatrais, cortar a própria carne.
O desafio é: podem os novos vereadores adotar medidas sérias para realmente passar a limpo a cidade de Dourados.
Que venham a público os senhores Cido Medeiros, Juarez do Esporte, Cemar Arnal, Bebeto e Walter Hora explicar as acusações que lhe caem sobre a cabeça revelando que recebiam da Câmara de Vereadores enquanto suplentes, configurando isso um crime contra o patrimônio público. Que venha o senhor Pedro Pepa dizer que não cometeu crime ao nomear um funcionário público em seu gabinete e explicar as razões desse comportamento.
Passem a limpo. Mas passem a limpo mesmo, fazendo a lição de casa.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Razões para se cassar um vereador
Vou iniciar hoje uma série de artigos para tentar entender as razões que existem para cassar o mandato de um vereador. Vamos tentar, junto, entender quais seriam os verdadeiros motivos para tamanho esforço e desgaste.
As colocações já feitas alegando comoção e clamor social, envolvimento deste ou daquele em esquema ilícito entre outrasm coisas que já foram ditas, nada servem. Queremodescrever suposições bem próximas da realidade dos bastidores que agitaram o dia a dia da Câmara de Vereadores de Dourados nos últimos tempos. Nos exatos últimos quatro meses.
A Operação Uragano desencadeada pela Polícia Federal em Dourados por conta da prisão de Eleandro Passsaia, o alcaguete como o qualifica meu amigo Valfrido Silva., e seu acordo de delação premiada, desencadeou tudo.
Já havia tido um alvoroço quando da prisão de outros três vereadores ainda na Operação Owari, de saudosa lembrança, que agitou os meios políticos. Naquele momento Idenor Machado e Cido Medeiros, entre outros suplentes, já experimentaram o sabor de quase chegar lá. Os bastidores da política registravam um alvoroço. Falava-se Inclusive em compra de mandato.
Veio a "Uragano" soprando ventos muito mais fortes na tentativa de varrer do mapa gerações de políticos. Mas os mesmos ventos que levam são os que trazem, e nem sempre coisas boas. Ressucitaram senhores de velha e duvidosa estirpe que mais uma vez assumiram a Câmara. E dessa vez com a obstinação de tornar a transitoriedade permanente.
Muita negociata foi feita, muitas propostas foram apresentadas. As pressões foram as mais sórdidas imagináveis e figuras expoentes da nossa sociedade chegaram a oferecer bela soma em dinheiro para muitos dos que, tragados pela ira do furacão, agonizavam diante de um esquema habilmente montado para acabar com a cidade de Dourados.
Seguiremos com revelações... Aguardem!
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terça-feira, 22 de março de 2011
Será o fim?
Os jornais, sites e televisões mantiveram o laconismo ao noticiar a cassação daquele que seria o último dos uraganos, como intitulou o "Jornal O Progresso". É só passar os olhos rapidamente pelas notícias que se perceberá a objetividade ou pouca criaitividade dos colegas jornalistas ao anunciarem a cassação de Marcelo Barros. Repetiram-se, com poucas variações, aos outros sete processos analisados pelos vereadores douradenses.
Novidade nenhuma a não ser as informações trazidas no bojo das defesas e dos dicursos dos cassados Junior Teixeira, Paulo Henrique, Marcelo Barros, enfim todos que tiveram coragem de enfrentar a desdita e ficar diante daqueles que já haviam decidido seus destinos em 15 de dezembro de 2010. E esses que tiveram coragem não sucumbiram à insistência do deputado estadual Zé Teixeira que queria também suas renúncias.
A questão que paira agora é: será o fim? Conseguiram os poderosos de plantão cumprir com suas missões de atender ao "clamor da população" (sic)?
Sinceramente não foi isso que vi na Câmara de Vereadores de Dourados no dia 21 de março último! O que vi ali, mais uma vez, foi a ânsia desenfreada de suplentes querendo a titularidade dos cargos e a paciência de ouvir argumentos, contrarazões, tentativa de convencimento por quase quatro horas, inutilmente.
Rui Barbosa foi renomado jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.
Intelectual brilhante do seu tempo, participou da Campanha Abolicionista. Organizou repúblicas, fez constituições, defendeu a Federação, atuou na promoção dos direitos e garantias individuais. Primeiro Ministro da Fazenda do novo regime, marcou sua breve e discutida gestão pelas reformas modernizadoras da economia. Destacou-se, também, como jornalista e advogado.
Foi deputado, senador, ministro. Em duas ocasiões, foi candidato à Presidência da República. Empreendeu a Campanha Civilista contra o candidato militar Hermes da Fonseca. Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi nomeado presidente da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Machado de Assis.
Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos Estados. Teve papel decisivo na entrada do Brasil na I Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz da Corte Internacional de Haia, um cargo de enorme prestígio, que recusou.
Sem dúvida alguma, uma figura que deve servir como e4xemplo para os donos da Câmara de Vereadores de Dourados, hoje.
Sem dúvida alguma, uma figura que deve servir como e4xemplo para os donos da Câmara de Vereadores de Dourados, hoje.
Ao nosso mais ilustre tribuno, Rui Barbosa, é atribuida a frase que ora transcrevo e que continua atual, passado todo esse tempo, desde que foi cunhada e que retrata o que muitos de nós sentimos:
De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Considerações sobre rosas
"Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira.
Che Guevara
Ernesto Guevara de la Sierna, guerrilheiro revolucionário e homem político, ícone e padrão de resistência. Alguns podem achar que estou cometendo uma eresia ao usar a figura de Che Guevara para ilustrar esse momento tão infeliz da vida política de Dourados onde desencadeou-se uma verdadeira "caça às bruxas" orquestrada por "políticos" inescrupulosos e pseudos homens de bem.
Faço isso em homenagem à resistência daqueles que não desistem de uma luta, mesmo inglória. Homenageio os que tem força de carater e mesmo tombando o fazem em pé, de cabeça erguida. Homenageio aos que estão convencidos dos seus princípios e optaram por ficar ao lado da sua lógica, da razão que entendem ser o caminho correto.
Volto a insistir. Julgar é para a Justiça no plano terrestre e para Deus no que toca nossas consciências. Não estou aqui julgando os pepas, horas e machados da vida. A mim não cabe essa função. Posso sim, e sempre vou, emitir meu juizo de valor, fazer minhas críticas e meus elogios.
Como por exemplo o apoio à decisão do juiz José Domingues Filho de conceder tutela antecipada ao vereador Bambu e impedir que os não menos urganos Dirceu Longhi e Gino Ferreira votem no seu processo de cassação.
E agora, senhores donos da verdade? Como fica a parcialidade e o trabalho "a toque de caixa" desenvolvido pelos senhores?
O princípio da isonomia diz que deve prevalecer sempre a igualdade política e perante a lei. Então, viva Guevara que diz: "Sonha e serás livre no espírito... Luta e serás livre na vida"
quarta-feira, 16 de março de 2011
A prova da inquisição
O relatório inocentando Marcelo Barros
Neste link está a prova cabal de que os vereadores de Dourados não querem agir com lisura e honestidade. A disposição é de atender a "interesses escusos" e cassar a qualquer custo os titulares das cadeiras, escolhidos pelo povo.
Com a palavra os promotores que deveriam zelar pela boa e correta aplicação das leis.
Neste link está a prova cabal de que os vereadores de Dourados não querem agir com lisura e honestidade. A disposição é de atender a "interesses escusos" e cassar a qualquer custo os titulares das cadeiras, escolhidos pelo povo.
Com a palavra os promotores que deveriam zelar pela boa e correta aplicação das leis.
terça-feira, 15 de março de 2011
Assim caminha a humanidade...
Essa música do Lulu Santos é mais atual do que nunca. Retrata com muita fidelidade o comportamento das pessoas. Leva tempo para "fechar as feridas" e todos caminham com "passos de formiga e sem vontade".
Cadê a seriedade?
E eu que ingenuamente, do alto dos meus 50 e lá vai anos, acreditei que poderiam existir homens e mulheres sérios na Câmara de Vereadores de Dourados. Na minha modesta opinião ruiram os últimos baluartes da seriedade e do bom senso que escaparam das garras da Operação Uragano (se é que escapou mesmo alguém).
A ansiedade é um estado de vida que torna perigosa a ação da pessoa. Os vereadors suplentes padecem desse mal e extrapolam em suas decisões deixando transparecer interesses nem sempre honestos o bastante para justificar suas atitudes.
Vamos analisar algumas questões.
Essas são algumas questões sem que nos enveredemos pelos traços éticos do comportamento dos atuais detentores do poder de legislar, fiscalizar e blá, blá, bla...
A Justiça interviu para dar ordem aos procedimentos de "caça às bruxas". Ao contrário do que muitos pensam ninguém está discutindo inocência ou nã dos envolvidos na Operação Uragano. Isto a Justiça vai decidir. Na Câmara o que há é um processo político para atender aos interesses do mesmo naipe (ou seja, interesses políticos). Esse processo na Câmara nada tem a ver com Justiça. Muito pelo contrário, é um procedimento carregado de injustiças, logicamente que dependendo do ângulo de visão.
Mas ai são outros quinhentos como diria Pedro Malazarte, o rei das enganações.
Cabe-nos somente cobrar dos atuais detentores do poder de legislar e fiscalizar, um trabalho sério. Se conseguirem que esse trabalho seja despido de paixões e das tintas partidárias que estão vivas nesse momento, muito bem. De outra forma será lamentável o resultado já anunciado.
Dourados, meus amigos, precisa se libertar destes algozes, aproveitadores e que já se acostumaram a viver a sombra do Poder. Clamor público é algo diferente do que estamos vendo. Que nos ensine o Oriente Médio.
A ansiedade é um estado de vida que torna perigosa a ação da pessoa. Os vereadors suplentes padecem desse mal e extrapolam em suas decisões deixando transparecer interesses nem sempre honestos o bastante para justificar suas atitudes.
Vamos analisar algumas questões.
- Por quais razões os suplentes estariam tão interessados nas vagas dos vereadores afastados?
- Quem estaria garantindo suas permanências, mesmo ao arrepio da Lei, e com que interesse?
- A eleição da Mesa Diretoda da CMD teria algo a ver com tudo isso?
Essas são algumas questões sem que nos enveredemos pelos traços éticos do comportamento dos atuais detentores do poder de legislar, fiscalizar e blá, blá, bla...
A Justiça interviu para dar ordem aos procedimentos de "caça às bruxas". Ao contrário do que muitos pensam ninguém está discutindo inocência ou nã dos envolvidos na Operação Uragano. Isto a Justiça vai decidir. Na Câmara o que há é um processo político para atender aos interesses do mesmo naipe (ou seja, interesses políticos). Esse processo na Câmara nada tem a ver com Justiça. Muito pelo contrário, é um procedimento carregado de injustiças, logicamente que dependendo do ângulo de visão.
Mas ai são outros quinhentos como diria Pedro Malazarte, o rei das enganações.
Cabe-nos somente cobrar dos atuais detentores do poder de legislar e fiscalizar, um trabalho sério. Se conseguirem que esse trabalho seja despido de paixões e das tintas partidárias que estão vivas nesse momento, muito bem. De outra forma será lamentável o resultado já anunciado.
Dourados, meus amigos, precisa se libertar destes algozes, aproveitadores e que já se acostumaram a viver a sombra do Poder. Clamor público é algo diferente do que estamos vendo. Que nos ensine o Oriente Médio.
segunda-feira, 14 de março de 2011
TERRORISMO NA CÂMARA E FOME PARA CASSAR
Por entender como justo o desabafo e os esclarecimentos prestados nesse material a mim enviado por e-mail resolvi pela sua publicação no meu blog. Avaliem e tirem suas conclusões
Djalma Barros (*)
O advogado Naudir de Brito Miranda foi contratado para acompanhar especificamente como assessor das Comissões Processante instaladas na Câmara Municipal de Dourados “Segundo Longhi, a contratação é permitida considerando a capacidade técnica do advogado e a urgência. “São 18 comissões processantes, são casos excepcionais. Na opinião dos vereadores, não podemos correr o risco de fazer um trabalho que não seja bem elaborado”, afirmou.
Longhi afirmou ainda que a escolha de Naudir de Brito Miranda foi porque ele tem experiência com outras comissões processantes. O contratado, que assistiu a todos os depoimentos, ouvindo as testemunhas, orientando os trabalhos, fazendo perguntas necessárias para o bom desempenho das comissões fez os relatórios das comissões e as entregou aos relatores, sendo que o relatório que pedia a absolvição de Marcelo Barros não foi acolhido pela comissão.
Procurei o vereador ‘Juarez dos Esportes’ porque começaram a correr rumores de brigas entre vereadores com o Pedro Pepa que não aceitava, em hipótese alguma, o relatório que inocentava o vereador Marcelo Barros, aliás todos os vereadores da comissão diziam que não haviam provas contra Marcelo por falta de decoro parlamentar.”
Albino Mendes foi um que dizia na cidade “que não dormia mais”, pois ele tinha certeza, depois de ouvido as testemunhas e tomado conhecimento do inquérito que o referido vereador era inocente. A mesma coisa disse Juarez dos Esportes que me afirmou diante de duas testemunhas, quando fui saber dele se já havia elaborado o relatório
Quando me informou que estava sendo elaborado o segundo relatório pelo advogado Felipetto. O que me deixou estupefato, pois o referido causídico era amigo e colega de trabalho do Pepa em um escritório político da cidade. Até então não sabia que o mesmo já tinha sido nomeado no gabinete do vereador Pepa, nomeação inclusive que se constitui crime de improbidade (nomear um funcionário já nomeado pela Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul) Creio que ao tomar conhecimento do crime, Pepa cuidou logo de determinar a exoneração do mesmo, e o referido advogado não participou de reunião das comissões.
Quando houve uma denúncia de um funcionário(a) em comentário num blog, dizendo que havia dois relatórios, confirmou o que o Juarez dos Esportes tinha me dito.
Foi a partir deste momento que passamos entender a renúncia do vereador Laudir Munaretto relator da comissão processante de Marcelo Barros. Isto nos causou uma grande surpresa. Ninguém entendia o que teria levado o nobre edil a tal atitude.
Depois começaram a correr rumores de que o ex-vereador Laudir Munaretto, teria confidenciado para algumas pessoas que não ficaria mais na Câmara e nas Comissões, por que existiam pressões de vereadores para que cassassem todos os denunciados sem exceções: culpados ou não. Aí sim se comprovaram a caça às bruxas, pois os relatórios do advogado Naudir de Brito Miranda que pediam cassações foram aceitos por todas as comissões e o que absolvia, não
“É melhor correr o risco de salvar um culpado, do que condenar um inocente” (Voltaire)
(*) Pai do denunciado
quinta-feira, 10 de março de 2011
Fim de novela
Os leitores que apreciam uma boa trama de autores consagrados da nossa teledramaturgia vai reconhecer rapidamente o que quero exemplificar.
As novelas exibidas em nossas TVs arrastam-se por longos meses, seis ou até oito, enquanto prendem a atenção do telespectador. São sucesso e mantidas no ar enquanto dão audiência. Caso contrário são substituidas sem pestanejar. Audiência é o que conta.
E é sempre nas últimas semanas que permanecem no ar que as coisas acontecem. O bandido passa por poucas e boas; os heróis que apanharam duranta toda a trama passam a viver momentos de glória; descobre-se assassinos, bons e maus moços, enfim, tudo se resolve.
Uma imitação grotesca de um desses folhetins acontece em Dourados.
Protagonistas são os vereadores afastados, os suplentes empossados e um e outro coadjuvante que aparece por tras de máscaras.
Passaram-se meses com o enredo arrastado e sem oferecer desfecho que fosse convincente. Agora quando a audiência cobra uma melhor performance e o folhetim é ameaçado de sair do ar aparecem as soluções mágicas para todos os problemas. Tudo se resolve no fim.
Agora, se você que estava torcendo para o bandido não ficar satisfeito com o desfecho, problema seu!
Os suplentes de vereadores que estrelam essa novela e os coadjuvantes (promoteores, juizes, eminências pardas...) não estão nem ai para o que a audiência diz. Vão sair do ar mesmo dentro de alguns dias (meses no caso da Câmara). O que conta ao final é o salário que entra na conta bancária. Telespectador?? Eleitor?? Problema deles.
E a trilha também já está rodando e essa sim conhecida de todos.
Lembram os mais antigos da musiquinha do Palhaço Arrelia?
"Hoje tem marmelada? Tem sim senhor... Hoje tem goiabada? Tem sim senhor.... E o palhaço quem é? É ladrão de mulher..."
De asas a sua imaginação amigo eleitor! Ou aguarde a próxima trama da 18h30 no Canal da Vida, na sua TV a cabo...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Parece brincadeira
Se não fosse tão sério e envolvesse os destinos de toda uma cidade eu diria que o que acontece na Câmara de Vereadores de Dourados é brincadeira de criança. E de criança mal educada, levada!
É tipo assim - como diz a galera de hoje - uma criança que está prestes a perder o doce e choraminga por todos os cantos.
Dizem isso do vereador Pedro Pepa, indignado com a eminente volta de Marcelo Barros à Câmara de Vereadores por conta de não ter sido encontrado, nas investigações da CP do Legislativo, nada que determinasse sua cassação.
Agora o Pepa não quer brincar mais. Cansou! E de-lhe bater o pé e resmungar. É muita falta de escrúpulo querer que as coisas acontecem com a completa subversão do direito.
Sempre disse e torno público agora nesse meu espaço para manifestar, mais uma vez, minha indignação. A cassação do cargo de vereador de Marcelo Barros era questão de dias e de cumprimento do rito processual. Era como já disse a "Crônica de uma morte anunciada".
Só não precisava ser tão acintoso e desesperada a ação dos vereadores que, na ânsia de garantir a vaga do suplente Pedro Pepa, cometeram erros que pode agora custar a permanência de Marcelo Barros nas hostes Legislativas.
Marcelo Barros sabe que terá, também, que provar na justiça sua inocência diante desse imbróglio. Mas tem de exercer o "jus esperniandis" - o direito de brigar por aquilo que acha ser a sua razão.
Isso é democracia! A gente fala o que quer, mas tem que ouvir tudo aquilo que não nos agrada.
Criança chorosa tem que levar castigo, ou corretivo!
É tipo assim - como diz a galera de hoje - uma criança que está prestes a perder o doce e choraminga por todos os cantos.
Dizem isso do vereador Pedro Pepa, indignado com a eminente volta de Marcelo Barros à Câmara de Vereadores por conta de não ter sido encontrado, nas investigações da CP do Legislativo, nada que determinasse sua cassação.
Agora o Pepa não quer brincar mais. Cansou! E de-lhe bater o pé e resmungar. É muita falta de escrúpulo querer que as coisas acontecem com a completa subversão do direito.
Sempre disse e torno público agora nesse meu espaço para manifestar, mais uma vez, minha indignação. A cassação do cargo de vereador de Marcelo Barros era questão de dias e de cumprimento do rito processual. Era como já disse a "Crônica de uma morte anunciada".
Só não precisava ser tão acintoso e desesperada a ação dos vereadores que, na ânsia de garantir a vaga do suplente Pedro Pepa, cometeram erros que pode agora custar a permanência de Marcelo Barros nas hostes Legislativas.
Marcelo Barros sabe que terá, também, que provar na justiça sua inocência diante desse imbróglio. Mas tem de exercer o "jus esperniandis" - o direito de brigar por aquilo que acha ser a sua razão.
Isso é democracia! A gente fala o que quer, mas tem que ouvir tudo aquilo que não nos agrada.
Criança chorosa tem que levar castigo, ou corretivo!
terça-feira, 8 de março de 2011
Um salve para as mulheres!
Como forma de registrar todo meu apreço pela mulher que luta com garra para consquistar dias melhores, deixo aqui uma citação que encontrei durante uma dessas minhas buscas por inspiração para tratar do assunto Dia Internacional da Mulher.
“A verdadeira mulher é aquela que conhece a arte de escandalizar com classe; de delirar sem perder a razão; de roer as unhas sem demonstrar medo; de gargalhar sem cair na vulgaridade; de pedir desculpas sem se rebaixar; de seduzir um homem sem dar bandeira!”
Parabéns mulheres pelo 8 de março - Dia Internacional da Mulher!
“A verdadeira mulher é aquela que conhece a arte de escandalizar com classe; de delirar sem perder a razão; de roer as unhas sem demonstrar medo; de gargalhar sem cair na vulgaridade; de pedir desculpas sem se rebaixar; de seduzir um homem sem dar bandeira!”
Parabéns mulheres pelo 8 de março - Dia Internacional da Mulher!
A vida imitando a arte
No realismo mágico de Gabriel Garcia Marquéz temos uma da preciosidades da literatura mundial: O romance "Crônica de uma morte anunciada". Nessa obra, para ser bem sucinto, o escritor mostra que somente o personagem principal não sabia de sua morte ao passo que todo o restante já sabia do triste fim de Santiago Nasar, o pobre desinformado da história.
Em Dourados vivemos um momento em que a vida imita a arte. Só que, ao contrário do realismo mágico usado por Gabriel Garcia Marquéz, aqui se usa do interesse próprio, dos conchavos e do completo desprezo pela dignidade e justiça. Os homens que escolhemos para nos representar usurpam essa condição para agir em benefício próprio cuidando primeiro de seus interesses para somente depois, sabe-se lá, olhar com algum desdém para a lealdade, dignidade e justiça - qualidades tão fora de moda nos nossos tempos.
Para refrescar a memória dos menos atentos quero esclarecer que em Dourados a Polícia Federal levou a cabo uma operação denominada "Uragano" (furacão em italiano) para por fim a um esquema de corrupção que grassava entre membros do Executivo e Legislativo do município, sem contar o envolvimento de alguns empresários beneficiados por realização de licitações fraudulentas e benesses financeiras.
Para chegar ao seu intento a PF lançou mão de um determinado elemento que após ser pego com "a boca na botija" foi preso, apanhou um pouquinho, e fez um acordo de delação premiada para entregar os envolovidos nas negociatas. Estranhamente ficou nas mãos desse pseudo-jornalista a decisão de quem ele levaraia para a desgraça.
Escolheu algumas figuras que realmente levavam uma vida desrregrada no campo da política. Mas levou também jovens promessas que agiam a atuavam de forma firme e contundente contra os esquemas e seus "capos". Isso tudo movido sabe-se la por qual tipo de inspiração. Isso , no entanto, é história para se contar em outro capítulo...
O que pesa agora é que injustiças estão sendo feitas aos olhos de quem é reponsável para cuidar da boa aplicação da lei dos homens e evitar que justos paguem pelos pecadores. S a um pouco divinal mas é a realidade que vivemos hoje. Vereadores, promoteres de justiça, juízes, enfim toda uma casta que deveria cuidar da aplicação correta da lei age ao arrepio dela, e como no conto de Garcia Marquéz anunciam mortes e levam para o cadafalso aqueles que têm defesa por não serem culpados e tiveram seus gritos abafados pelos interesses sem escrúpulos de grupos dominantes.
Não estou discutindo culpa ou inocência de ninguém. O que me move, e que fique claro, é a indecência da forma como o processo è conduzido. O acusado, vilipendiado, mesmo que prove sua inocência, vai para a forca.
Caso claro disso está na corajosa divulgação de artigo assinado por Clóvis de Oliveira no site Douranews onde é revelada a existência de dois pareceres no julgamento (sic) de Marcelo Barros por "falta de decoro palamentar" (sic). Os interesses pessoais, partidários e até escusos, talvez, sobrepujaram a verdade e a morte política do vereador afastado já está anunciada. E ironicamente orquestrada pelo maior interessado em sua cassação.
Que Deus nos proteja de homens desse tipo!
Se tripudiam sobre quem luta pelos seus direitos imagina o que farão, sem o menor problema de consciência, com os incautos que confiam nas suas atitudes?
O tempo nos dirá...
Em Dourados vivemos um momento em que a vida imita a arte. Só que, ao contrário do realismo mágico usado por Gabriel Garcia Marquéz, aqui se usa do interesse próprio, dos conchavos e do completo desprezo pela dignidade e justiça. Os homens que escolhemos para nos representar usurpam essa condição para agir em benefício próprio cuidando primeiro de seus interesses para somente depois, sabe-se lá, olhar com algum desdém para a lealdade, dignidade e justiça - qualidades tão fora de moda nos nossos tempos.
Para refrescar a memória dos menos atentos quero esclarecer que em Dourados a Polícia Federal levou a cabo uma operação denominada "Uragano" (furacão em italiano) para por fim a um esquema de corrupção que grassava entre membros do Executivo e Legislativo do município, sem contar o envolvimento de alguns empresários beneficiados por realização de licitações fraudulentas e benesses financeiras.
Para chegar ao seu intento a PF lançou mão de um determinado elemento que após ser pego com "a boca na botija" foi preso, apanhou um pouquinho, e fez um acordo de delação premiada para entregar os envolovidos nas negociatas. Estranhamente ficou nas mãos desse pseudo-jornalista a decisão de quem ele levaraia para a desgraça.
Escolheu algumas figuras que realmente levavam uma vida desrregrada no campo da política. Mas levou também jovens promessas que agiam a atuavam de forma firme e contundente contra os esquemas e seus "capos". Isso tudo movido sabe-se la por qual tipo de inspiração. Isso , no entanto, é história para se contar em outro capítulo...
O que pesa agora é que injustiças estão sendo feitas aos olhos de quem é reponsável para cuidar da boa aplicação da lei dos homens e evitar que justos paguem pelos pecadores. S a um pouco divinal mas é a realidade que vivemos hoje. Vereadores, promoteres de justiça, juízes, enfim toda uma casta que deveria cuidar da aplicação correta da lei age ao arrepio dela, e como no conto de Garcia Marquéz anunciam mortes e levam para o cadafalso aqueles que têm defesa por não serem culpados e tiveram seus gritos abafados pelos interesses sem escrúpulos de grupos dominantes.
Não estou discutindo culpa ou inocência de ninguém. O que me move, e que fique claro, é a indecência da forma como o processo è conduzido. O acusado, vilipendiado, mesmo que prove sua inocência, vai para a forca.
Caso claro disso está na corajosa divulgação de artigo assinado por Clóvis de Oliveira no site Douranews onde é revelada a existência de dois pareceres no julgamento (sic) de Marcelo Barros por "falta de decoro palamentar" (sic). Os interesses pessoais, partidários e até escusos, talvez, sobrepujaram a verdade e a morte política do vereador afastado já está anunciada. E ironicamente orquestrada pelo maior interessado em sua cassação.
Que Deus nos proteja de homens desse tipo!
Se tripudiam sobre quem luta pelos seus direitos imagina o que farão, sem o menor problema de consciência, com os incautos que confiam nas suas atitudes?
O tempo nos dirá...
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domingo, 6 de março de 2011
Carnaval! Será que vamos voltar a ter alegria?
É para inconformar mesmo.
No domingo (5), a convite de amigos queridos, estive em Fátima do Sul. Não sou muito ligado aos festejos de Momo, mas estive lá no Fátima Folia embalado mais pelo saboroso uísque que me esperava do que o Carnaval que fazia a alegria de milhares de pessoas.
No entanto, o gesto meio impensado de enfrentar uma rodovia movimentada (se bem que nem tanto) a noite para poucas horas de deleite ao lado de amigos me serviu para registrar mais um incoformismo.
Não me conforma o fato de em Dourados não vivermos dias de alegria com a passagem do Carnaval, uma festa popular, tão brasileira, e que arrasta multidões para as ruas.
Nos últimos anos as alegações são sempre as mesmas: falta de recursos para aplicar em festas e estes certamente faltariam à saúde, à educação e blá, blá blá...
Não vamos nos alongar em detida análise dessa desculpa, mas ora ora... Será que em Fátima do Sul as pessoas não têm escolas, postos de saúde? Alì eu vi um povo feliz. Um povo que vinha de várias cidades nos arredores da feliz Favo de Mel, inclusive douradenses esperados como fiéis consumidores das bedidas e dos quitutes colocados à disposição dos foliões.
A cidade vive! Fervilha de alegria e todos respiram prosperidade. Todos faturam com a festa. Pode ser pouco, mas todos ganham em descontração e bem estar.
Segurança nota 10. Briga, nem de marido e mulher!
Um dia espero ver Dourados retomar sua condição de cidade polo do sul do Estado e, junto aos interesses do seus governantes, devolver-nos as festas populares que nos dão o prazer de, ao menos uma vez no ano, sentirmos alegria.
No entanto, o gesto meio impensado de enfrentar uma rodovia movimentada (se bem que nem tanto) a noite para poucas horas de deleite ao lado de amigos me serviu para registrar mais um incoformismo.
Não me conforma o fato de em Dourados não vivermos dias de alegria com a passagem do Carnaval, uma festa popular, tão brasileira, e que arrasta multidões para as ruas.
Nos últimos anos as alegações são sempre as mesmas: falta de recursos para aplicar em festas e estes certamente faltariam à saúde, à educação e blá, blá blá...
Não vamos nos alongar em detida análise dessa desculpa, mas ora ora... Será que em Fátima do Sul as pessoas não têm escolas, postos de saúde? Alì eu vi um povo feliz. Um povo que vinha de várias cidades nos arredores da feliz Favo de Mel, inclusive douradenses esperados como fiéis consumidores das bedidas e dos quitutes colocados à disposição dos foliões.
A cidade vive! Fervilha de alegria e todos respiram prosperidade. Todos faturam com a festa. Pode ser pouco, mas todos ganham em descontração e bem estar.
Segurança nota 10. Briga, nem de marido e mulher!
Um dia espero ver Dourados retomar sua condição de cidade polo do sul do Estado e, junto aos interesses do seus governantes, devolver-nos as festas populares que nos dão o prazer de, ao menos uma vez no ano, sentirmos alegria.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Demonstrando inconformismo
Relutei por muito tempo para retonar ao exercício da escrita. Sucumbi! Preciso de uma válvula para fazer escapar a minha indignação e inconformismo com determinadas coisas que acontecem no mundo, no nosso Brasil, no meu Mato Grosso do Sul e, mais especificamente, na cidade de Dourados.
Dourados hoje, por certo, mereceria o título de "Terra do Nunca" onde tudo pode acontecer.Nessas plagas as mágicas não fazem meninos voar, ao menos literalmente, não há fadas e tampouco belas paisagens. Vivemos em meio a buracos físicos e de caráter. Há crateras abertas na cidade que impedem um tráfego seguro. Existem verdadeiras fendas negras no caráter de supostas pessoas de bem que deveriam ser responsáveis por gerir os destino da cidade.
Para não desfiar um rosário de reclamações e imperfeições que acompanhamos no nosso dia a dia, vou apenas deixar registrado a razão que me tras de volta às lides da escrita: o inconformismo.
Não me conforma o fato de estarmos à mercê de um procurador que defende um "alcaguete" como Eleandro Passaia (em que pese o fato de ter ajudado, do sei jeito, a desmantelar uma quadrilha de ladrões do erário) e vem de público declarar que a delação premiada para o "ídolo dos pés de barro" foi uma medida preventiva.
Gostaria de respostas sobre quem vai arcar com as consequências de manchar de forma definitiva a vida das pessoas de bem, execrando-as publicamente e promovendo um julgamento torto, sem dexar-lhes a oportunidade da defesa.
Seguirei com outros incoformismos. Aguardem.
Àqueles que comunguem ou não das minhas idéias, por favor, me ajudem na construção de dias seguros, éticos e tranquilos para nossas famílias.
Para não desfiar um rosário de reclamações e imperfeições que acompanhamos no nosso dia a dia, vou apenas deixar registrado a razão que me tras de volta às lides da escrita: o inconformismo.
Não me conforma o fato de estarmos à mercê de um procurador que defende um "alcaguete" como Eleandro Passaia (em que pese o fato de ter ajudado, do sei jeito, a desmantelar uma quadrilha de ladrões do erário) e vem de público declarar que a delação premiada para o "ídolo dos pés de barro" foi uma medida preventiva.
Gostaria de respostas sobre quem vai arcar com as consequências de manchar de forma definitiva a vida das pessoas de bem, execrando-as publicamente e promovendo um julgamento torto, sem dexar-lhes a oportunidade da defesa.
Seguirei com outros incoformismos. Aguardem.
Àqueles que comunguem ou não das minhas idéias, por favor, me ajudem na construção de dias seguros, éticos e tranquilos para nossas famílias.
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