No realismo mágico de Gabriel Garcia Marquéz temos uma da preciosidades da literatura mundial: O romance "Crônica de uma morte anunciada". Nessa obra, para ser bem sucinto, o escritor mostra que somente o personagem principal não sabia de sua morte ao passo que todo o restante já sabia do triste fim de Santiago Nasar, o pobre desinformado da história.
Em Dourados vivemos um momento em que a vida imita a arte. Só que, ao contrário do realismo mágico usado por Gabriel Garcia Marquéz, aqui se usa do interesse próprio, dos conchavos e do completo desprezo pela dignidade e justiça. Os homens que escolhemos para nos representar usurpam essa condição para agir em benefício próprio cuidando primeiro de seus interesses para somente depois, sabe-se lá, olhar com algum desdém para a lealdade, dignidade e justiça - qualidades tão fora de moda nos nossos tempos.
Para refrescar a memória dos menos atentos quero esclarecer que em Dourados a Polícia Federal levou a cabo uma operação denominada "Uragano" (furacão em italiano) para por fim a um esquema de corrupção que grassava entre membros do Executivo e Legislativo do município, sem contar o envolvimento de alguns empresários beneficiados por realização de licitações fraudulentas e benesses financeiras.
Para chegar ao seu intento a PF lançou mão de um determinado elemento que após ser pego com "a boca na botija" foi preso, apanhou um pouquinho, e fez um acordo de delação premiada para entregar os envolovidos nas negociatas. Estranhamente ficou nas mãos desse pseudo-jornalista a decisão de quem ele levaraia para a desgraça.
Escolheu algumas figuras que realmente levavam uma vida desrregrada no campo da política. Mas levou também jovens promessas que agiam a atuavam de forma firme e contundente contra os esquemas e seus "capos". Isso tudo movido sabe-se la por qual tipo de inspiração. Isso , no entanto, é história para se contar em outro capítulo...
O que pesa agora é que injustiças estão sendo feitas aos olhos de quem é reponsável para cuidar da boa aplicação da lei dos homens e evitar que justos paguem pelos pecadores. S a um pouco divinal mas é a realidade que vivemos hoje. Vereadores, promoteres de justiça, juízes, enfim toda uma casta que deveria cuidar da aplicação correta da lei age ao arrepio dela, e como no conto de Garcia Marquéz anunciam mortes e levam para o cadafalso aqueles que têm defesa por não serem culpados e tiveram seus gritos abafados pelos interesses sem escrúpulos de grupos dominantes.
Não estou discutindo culpa ou inocência de ninguém. O que me move, e que fique claro, é a indecência da forma como o processo è conduzido. O acusado, vilipendiado, mesmo que prove sua inocência, vai para a forca.
Caso claro disso está na corajosa divulgação de artigo assinado por Clóvis de Oliveira no site Douranews onde é revelada a existência de dois pareceres no julgamento (sic) de Marcelo Barros por "falta de decoro palamentar" (sic). Os interesses pessoais, partidários e até escusos, talvez, sobrepujaram a verdade e a morte política do vereador afastado já está anunciada. E ironicamente orquestrada pelo maior interessado em sua cassação.
Que Deus nos proteja de homens desse tipo!
Se tripudiam sobre quem luta pelos seus direitos imagina o que farão, sem o menor problema de consciência, com os incautos que confiam nas suas atitudes?
O tempo nos dirá...
Em Dourados vivemos um momento em que a vida imita a arte. Só que, ao contrário do realismo mágico usado por Gabriel Garcia Marquéz, aqui se usa do interesse próprio, dos conchavos e do completo desprezo pela dignidade e justiça. Os homens que escolhemos para nos representar usurpam essa condição para agir em benefício próprio cuidando primeiro de seus interesses para somente depois, sabe-se lá, olhar com algum desdém para a lealdade, dignidade e justiça - qualidades tão fora de moda nos nossos tempos.
Para refrescar a memória dos menos atentos quero esclarecer que em Dourados a Polícia Federal levou a cabo uma operação denominada "Uragano" (furacão em italiano) para por fim a um esquema de corrupção que grassava entre membros do Executivo e Legislativo do município, sem contar o envolvimento de alguns empresários beneficiados por realização de licitações fraudulentas e benesses financeiras.
Para chegar ao seu intento a PF lançou mão de um determinado elemento que após ser pego com "a boca na botija" foi preso, apanhou um pouquinho, e fez um acordo de delação premiada para entregar os envolovidos nas negociatas. Estranhamente ficou nas mãos desse pseudo-jornalista a decisão de quem ele levaraia para a desgraça.
Escolheu algumas figuras que realmente levavam uma vida desrregrada no campo da política. Mas levou também jovens promessas que agiam a atuavam de forma firme e contundente contra os esquemas e seus "capos". Isso tudo movido sabe-se la por qual tipo de inspiração. Isso , no entanto, é história para se contar em outro capítulo...
O que pesa agora é que injustiças estão sendo feitas aos olhos de quem é reponsável para cuidar da boa aplicação da lei dos homens e evitar que justos paguem pelos pecadores. S a um pouco divinal mas é a realidade que vivemos hoje. Vereadores, promoteres de justiça, juízes, enfim toda uma casta que deveria cuidar da aplicação correta da lei age ao arrepio dela, e como no conto de Garcia Marquéz anunciam mortes e levam para o cadafalso aqueles que têm defesa por não serem culpados e tiveram seus gritos abafados pelos interesses sem escrúpulos de grupos dominantes.
Não estou discutindo culpa ou inocência de ninguém. O que me move, e que fique claro, é a indecência da forma como o processo è conduzido. O acusado, vilipendiado, mesmo que prove sua inocência, vai para a forca.
Caso claro disso está na corajosa divulgação de artigo assinado por Clóvis de Oliveira no site Douranews onde é revelada a existência de dois pareceres no julgamento (sic) de Marcelo Barros por "falta de decoro palamentar" (sic). Os interesses pessoais, partidários e até escusos, talvez, sobrepujaram a verdade e a morte política do vereador afastado já está anunciada. E ironicamente orquestrada pelo maior interessado em sua cassação.
Que Deus nos proteja de homens desse tipo!
Se tripudiam sobre quem luta pelos seus direitos imagina o que farão, sem o menor problema de consciência, com os incautos que confiam nas suas atitudes?
O tempo nos dirá...
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