Se não fosse tão sério e envolvesse os destinos de toda uma cidade eu diria que o que acontece na Câmara de Vereadores de Dourados é brincadeira de criança. E de criança mal educada, levada!
É tipo assim - como diz a galera de hoje - uma criança que está prestes a perder o doce e choraminga por todos os cantos.
Dizem isso do vereador Pedro Pepa, indignado com a eminente volta de Marcelo Barros à Câmara de Vereadores por conta de não ter sido encontrado, nas investigações da CP do Legislativo, nada que determinasse sua cassação.
Agora o Pepa não quer brincar mais. Cansou! E de-lhe bater o pé e resmungar. É muita falta de escrúpulo querer que as coisas acontecem com a completa subversão do direito.
Sempre disse e torno público agora nesse meu espaço para manifestar, mais uma vez, minha indignação. A cassação do cargo de vereador de Marcelo Barros era questão de dias e de cumprimento do rito processual. Era como já disse a "Crônica de uma morte anunciada".
Só não precisava ser tão acintoso e desesperada a ação dos vereadores que, na ânsia de garantir a vaga do suplente Pedro Pepa, cometeram erros que pode agora custar a permanência de Marcelo Barros nas hostes Legislativas.
Marcelo Barros sabe que terá, também, que provar na justiça sua inocência diante desse imbróglio. Mas tem de exercer o "jus esperniandis" - o direito de brigar por aquilo que acha ser a sua razão.
Isso é democracia! A gente fala o que quer, mas tem que ouvir tudo aquilo que não nos agrada.
Criança chorosa tem que levar castigo, ou corretivo!
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