segunda-feira, 14 de março de 2011

TERRORISMO NA CÂMARA E FOME PARA CASSAR

Por entender como justo o desabafo e os esclarecimentos prestados nesse material a mim enviado por e-mail resolvi pela sua publicação no meu blog. Avaliem e tirem suas conclusões


Djalma Barros (*)

O advogado Naudir de Brito Miranda foi contratado para acompanhar especificamente como assessor das Comissões Processante instaladas na Câmara Municipal de Dourados “Segundo Longhi, a contratação é permitida considerando a capacidade técnica do advogado e a urgência. “São 18 comissões processantes, são casos excepcionais. Na opinião dos vereadores, não podemos correr o risco de fazer um trabalho que não seja bem elaborado”, afirmou.

Longhi afirmou ainda que a escolha de Naudir de Brito Miranda foi porque ele tem experiência com outras comissões processantes. O contratado, que assistiu a todos os depoimentos, ouvindo as testemunhas, orientando os trabalhos, fazendo perguntas necessárias para o bom desempenho das comissões fez os relatórios das comissões e as entregou aos relatores, sendo que o relatório que pedia a absolvição de Marcelo Barros não foi acolhido pela comissão.

Procurei o vereador ‘Juarez dos Esportes’ porque começaram a correr rumores de brigas entre vereadores com o Pedro Pepa que não aceitava, em hipótese  alguma, o relatório que inocentava o vereador Marcelo Barros, aliás todos os vereadores da comissão diziam que não haviam provas contra Marcelo por falta de decoro parlamentar.

Albino Mendes foi um que dizia na cidade “que não dormia mais”, pois ele tinha certeza, depois de ouvido as testemunhas e tomado conhecimento do inquérito que o referido vereador era inocente. A mesma coisa disse Juarez dos Esportes que me afirmou diante de duas testemunhas, quando fui saber dele se já havia elaborado o relatório

Quando me informou que estava sendo elaborado o segundo relatório pelo advogado Felipetto. O que me deixou estupefato, pois o referido causídico era amigo e colega de trabalho do Pepa em um escritório político da cidade. Até então não sabia que o mesmo já tinha sido nomeado no gabinete do vereador Pepa, nomeação inclusive que se constitui crime de improbidade (nomear um funcionário já nomeado pela Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul) Creio que ao tomar conhecimento do crime, Pepa cuidou logo de determinar a exoneração do mesmo, e o referido advogado não participou de reunião das comissões.

Quando houve uma denúncia de um funcionário(a) em comentário num blog, dizendo que havia dois relatórios, confirmou o que o Juarez dos Esportes tinha me dito.

Foi a partir deste momento que passamos entender a renúncia do vereador Laudir Munaretto relator da comissão processante de Marcelo Barros. Isto nos causou uma grande surpresa. Ninguém entendia o que teria levado o nobre edil a tal atitude.

Depois começaram a correr rumores de que o ex-vereador Laudir Munaretto, teria confidenciado para algumas pessoas que não ficaria mais na Câmara e nas Comissões, por que existiam pressões de vereadores para que cassassem todos os denunciados sem exceções: culpados ou não. Aí sim se comprovaram a caça às bruxas, pois os relatórios do advogado Naudir de Brito Miranda que pediam cassações foram aceitos por todas as comissões e o que absolvia, não

“É melhor correr o risco de salvar um culpado, do que condenar um inocente” (Voltaire)


(*) Pai do denunciado

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