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| Foto de Henrique Mattos, retirada do site da Radio Grande FM |
O folclore político de nossa Dourados e do Mato Grosso do Sul é muito rico.
Meu desejo de um dia escrever um livro sobre essa questão - a do folclore político - vai se realizar e tenho certeza que vou contar com o auxilio precioso de dois amigos muito especiais: um já formado em história e outro cursando a universidade.
Além do mais existem outros tantos que poderão servir como fontes para os causos que pretendo localizar no tempo e espaço e com isso fazer um registro alegre e leve da nossa recente história política.
Além do mais existem outros tantos que poderão servir como fontes para os causos que pretendo localizar no tempo e espaço e com isso fazer um registro alegre e leve da nossa recente história política.
Mas vamos aos fatos, ou não!
Não me cobrem fidelidade e permitam que use a licença poética. Vou narrar aqui uma dessas histórias de domínio público e já antevendo reações contrárias quero que todos fiquem a vontade para contestar ou não o que vou mostrar.
A propósito do link acima onde o vereador professor Idenor Machado noticia o registro de BO (boletim de ocorrência) para descobrir de onde vêm as calúnias e difamações contra sua pessoa e suposta acusação de enriquecimento ilícito, gostaria que o leitor amigo que me dá a honra e prazer de me acompanhar nesse exercício de democracia (o meu blog), avaliasse comigo.
Vamos lá...
Consta que José Cerveira, o Juca Cerveira, prefeito de Dourados lá pelos idos dos anos 80, se viu às voltas com uma boataria sem tamanho envolvendo seu nome e de uma funcionária da prefeitura.
A "notícia" dava conta de que o prefeito mantinha uma relação extraconjugal com uma determinada funcionária. Diante de tamanha "mentira" Cerveira teria ficado furioso e resolvera cortar o mal pela raiz.
"Eles não vão fazer isso comigo", bradava. Isso não pode continuar.
De pronto resolveu dar uma basta nos boatos. Chamou assessores em seu gabinete e fez publicar na capa do Jornal Progresso, muito lido e conceituado na cidade, o desmentido de que "não era amante da tal funcionária".
Moral da história:
Um assunto restrito à condição de boato passou a ser de domínio público. Muitos que não sabiam de nada viram o então prefeito amplificar um acontecimento que por certo passaria desapercebido da grande maioria.
Os incautos continuam a cometer erros e a acharem que são donos e senhores absolutos das verdades. Alias é bom que se lembrem que uma mentira, repetida por diversas vezes, acaba se tornando uma verdade.

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