sexta-feira, 4 de março de 2011

Demonstrando inconformismo

Relutei por muito tempo para retonar ao exercício da escrita. Sucumbi! Preciso de uma válvula para fazer escapar a minha indignação e inconformismo com determinadas coisas que acontecem no mundo, no nosso Brasil, no meu Mato Grosso do Sul e, mais especificamente, na cidade de Dourados.
Dourados hoje, por certo, mereceria o título de "Terra do Nunca" onde tudo pode acontecer.
Nessas plagas as mágicas não fazem meninos voar, ao menos literalmente, não há fadas e tampouco belas paisagens. Vivemos em meio a buracos físicos e de caráter. Há crateras abertas na cidade que impedem um tráfego seguro. Existem verdadeiras fendas negras no caráter de supostas pessoas de bem que deveriam ser responsáveis por gerir os destino da cidade.
Para não desfiar um rosário de reclamações e imperfeições que acompanhamos no nosso dia a dia, vou apenas deixar registrado a razão que me tras de volta às lides da escrita: o inconformismo.
Não me conforma o fato de estarmos à mercê de um procurador que defende um "alcaguete" como Eleandro Passaia (em que pese o fato de ter ajudado, do sei jeito, a desmantelar uma quadrilha de ladrões do erário) e vem de público declarar que a delação premiada para o "ídolo dos pés de barro" foi uma medida preventiva.
Gostaria de respostas sobre quem vai arcar com as consequências de manchar de forma definitiva a vida das pessoas de bem, execrando-as publicamente e promovendo um julgamento torto, sem dexar-lhes a oportunidade da defesa.
Seguirei com outros incoformismos. Aguardem.
Àqueles que comunguem ou não das minhas idéias, por favor, me ajudem na construção de dias seguros, éticos e tranquilos para nossas famílias.

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