No domingo (5), a convite de amigos queridos, estive em Fátima do Sul. Não sou muito ligado aos festejos de Momo, mas estive lá no Fátima Folia embalado mais pelo saboroso uísque que me esperava do que o Carnaval que fazia a alegria de milhares de pessoas.
No entanto, o gesto meio impensado de enfrentar uma rodovia movimentada (se bem que nem tanto) a noite para poucas horas de deleite ao lado de amigos me serviu para registrar mais um incoformismo.
Não me conforma o fato de em Dourados não vivermos dias de alegria com a passagem do Carnaval, uma festa popular, tão brasileira, e que arrasta multidões para as ruas.
Nos últimos anos as alegações são sempre as mesmas: falta de recursos para aplicar em festas e estes certamente faltariam à saúde, à educação e blá, blá blá...
Não vamos nos alongar em detida análise dessa desculpa, mas ora ora... Será que em Fátima do Sul as pessoas não têm escolas, postos de saúde? Alì eu vi um povo feliz. Um povo que vinha de várias cidades nos arredores da feliz Favo de Mel, inclusive douradenses esperados como fiéis consumidores das bedidas e dos quitutes colocados à disposição dos foliões.
A cidade vive! Fervilha de alegria e todos respiram prosperidade. Todos faturam com a festa. Pode ser pouco, mas todos ganham em descontração e bem estar.
Segurança nota 10. Briga, nem de marido e mulher!
Um dia espero ver Dourados retomar sua condição de cidade polo do sul do Estado e, junto aos interesses do seus governantes, devolver-nos as festas populares que nos dão o prazer de, ao menos uma vez no ano, sentirmos alegria.
No entanto, o gesto meio impensado de enfrentar uma rodovia movimentada (se bem que nem tanto) a noite para poucas horas de deleite ao lado de amigos me serviu para registrar mais um incoformismo.
Não me conforma o fato de em Dourados não vivermos dias de alegria com a passagem do Carnaval, uma festa popular, tão brasileira, e que arrasta multidões para as ruas.
Nos últimos anos as alegações são sempre as mesmas: falta de recursos para aplicar em festas e estes certamente faltariam à saúde, à educação e blá, blá blá...
Não vamos nos alongar em detida análise dessa desculpa, mas ora ora... Será que em Fátima do Sul as pessoas não têm escolas, postos de saúde? Alì eu vi um povo feliz. Um povo que vinha de várias cidades nos arredores da feliz Favo de Mel, inclusive douradenses esperados como fiéis consumidores das bedidas e dos quitutes colocados à disposição dos foliões.
A cidade vive! Fervilha de alegria e todos respiram prosperidade. Todos faturam com a festa. Pode ser pouco, mas todos ganham em descontração e bem estar.
Segurança nota 10. Briga, nem de marido e mulher!
Um dia espero ver Dourados retomar sua condição de cidade polo do sul do Estado e, junto aos interesses do seus governantes, devolver-nos as festas populares que nos dão o prazer de, ao menos uma vez no ano, sentirmos alegria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário