Vou iniciar hoje uma série de artigos para tentar entender as razões que existem para cassar o mandato de um vereador. Vamos tentar, junto, entender quais seriam os verdadeiros motivos para tamanho esforço e desgaste.
As colocações já feitas alegando comoção e clamor social, envolvimento deste ou daquele em esquema ilícito entre outrasm coisas que já foram ditas, nada servem. Queremodescrever suposições bem próximas da realidade dos bastidores que agitaram o dia a dia da Câmara de Vereadores de Dourados nos últimos tempos. Nos exatos últimos quatro meses.
A Operação Uragano desencadeada pela Polícia Federal em Dourados por conta da prisão de Eleandro Passsaia, o alcaguete como o qualifica meu amigo Valfrido Silva., e seu acordo de delação premiada, desencadeou tudo.
Já havia tido um alvoroço quando da prisão de outros três vereadores ainda na Operação Owari, de saudosa lembrança, que agitou os meios políticos. Naquele momento Idenor Machado e Cido Medeiros, entre outros suplentes, já experimentaram o sabor de quase chegar lá. Os bastidores da política registravam um alvoroço. Falava-se Inclusive em compra de mandato.
Veio a "Uragano" soprando ventos muito mais fortes na tentativa de varrer do mapa gerações de políticos. Mas os mesmos ventos que levam são os que trazem, e nem sempre coisas boas. Ressucitaram senhores de velha e duvidosa estirpe que mais uma vez assumiram a Câmara. E dessa vez com a obstinação de tornar a transitoriedade permanente.
Muita negociata foi feita, muitas propostas foram apresentadas. As pressões foram as mais sórdidas imagináveis e figuras expoentes da nossa sociedade chegaram a oferecer bela soma em dinheiro para muitos dos que, tragados pela ira do furacão, agonizavam diante de um esquema habilmente montado para acabar com a cidade de Dourados.
Seguiremos com revelações... Aguardem!
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